{"id":13298,"date":"2025-07-22T01:38:56","date_gmt":"2025-07-22T01:38:56","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadanoticia.com.br\/blog\/?p=13298"},"modified":"2025-07-22T01:38:56","modified_gmt":"2025-07-22T01:38:56","slug":"parana-confirma-novo-recorde-e-lideranca-nacional-na-producao-de-feijao-865-mil-toneladas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadanoticia.com.br\/blog\/2025\/07\/22\/parana-confirma-novo-recorde-e-lideranca-nacional-na-producao-de-feijao-865-mil-toneladas\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 confirma novo recorde e lideran\u00e7a nacional na produ\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o: 865 mil toneladas"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"200\" src=\"https:\/\/tribunadanoticia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/mercado-municipal-feijao-pr-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13300\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Frutas,verduras,peixe e  gr\u00e3os no mercado municipal. Fotos:Ari Dias\/AEN<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O Paran\u00e1 encerrou a colheita da segunda safra de feij\u00e3o nesta semana com 526,6 mil toneladas. Somando-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de 338 mil toneladas da primeira, o Estado estabeleceu um novo recorde, chegando pr\u00f3ximo a 865 mil toneladas. O resultado mant\u00e9m na lideran\u00e7a nacional, com participa\u00e7\u00e3o aproximada de um quarto da produ\u00e7\u00e3o brasileira. O assunto \u00e9 tratado no&nbsp;Boletim de Conjuntura Agropecu\u00e1ria&nbsp;referente \u00e0 semana de 11 a 17 de julho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda safra de feij\u00e3o foi plantada quase toda entre janeiro e fevereiro, com semeadura de 328 mil hectares. Essa \u00e1rea foi 25% inferior \u00e0 semeada no ano passado \u2013 437 mil hectares. Assim, a produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m recuou quase nos mesmos percentuais \u2013 em 2024 foram colhidas 681 mil toneladas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cApesar desse recuo da segunda safra, a produ\u00e7\u00e3o da primeira, ofertada especialmente em janeiro, teve um aumento expressivo de 102% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 112 mil toneladas do ano anterior\u201d, disse o agr\u00f4nomo Carlos Hugo Godinho, analista da cultura no Deral. \u201cEssas duas safras praticamente definem a oferta estadual, tendo a terceira safra uma relev\u00e2ncia m\u00ednima\u201d. A previs\u00e3o \u00e9 de 600 toneladas para essa.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o agr\u00f4nomo, um dos reflexos da oferta expressiva \u00e9 a queda nas cota\u00e7\u00f5es. Atualmente a saca do feij\u00e3o preto est\u00e1 cotada em cerca de R$ 121,00, valor 44% inferior a julho do ano passado, quando estava em R$ 228,38. Mas tamb\u00e9m pode levar o produtor a plantar menos. \u201cCom maior disponibilidade interna do produto, a tend\u00eancia \u00e9 de redu\u00e7\u00e3o na \u00e1rea a ser plantada a partir de agosto, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira safra 2025\/26\u201d, disse Godinho.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MILHO E MEL<\/strong>&nbsp;\u2013 O documento do Departamento de Economia Rural (Deral) tamb\u00e9m aborda a colheita de milho, a participa\u00e7\u00e3o da horticultura no Valor Bruto de Produ\u00e7\u00e3o, a exporta\u00e7\u00e3o de su\u00ednos e as consequ\u00eancias da imposi\u00e7\u00e3o de tarifa adicional de 50% pelos Estados Unidos na exporta\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria bovina e mel.<\/p>\n\n\n\n<p>A colheita da segunda safra de milho 2024\/25 alcan\u00e7ou nesta semana 29% da \u00e1rea de 2,7 milh\u00f5es de hectares. O desempenho est\u00e1 ligeiramente acima da m\u00e9dia registrada neste per\u00edodo nas \u00faltimas cinco safras, que era de aproximadamente 20%. Mas as condi\u00e7\u00f5es das lavouras que aguardam a campo pioraram.<\/p>\n\n\n\n<p>As \u00e1reas classificadas como em condi\u00e7\u00f5es boas ca\u00edram de 68% para 64%. As lavouras em situa\u00e7\u00e3o mediana foram de 18% para 20%, enquanto as consideradas ruins subiram de 14% para 15%. Provavelmente essa situa\u00e7\u00e3o se deve \u00e0s geadas ocorridas no final de junho.<\/p>\n\n\n\n<p>Em raz\u00e3o das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, o setor de mel deve ser afetado no Paran\u00e1. Os EUA absorvem 84,1% do volume total de mel exportado. No primeiro semestre de 2025 foram enviadas 16.170 toneladas, totalizando US$ 52,2 milh\u00f5es. O Paran\u00e1 \u00e9 o terceiro maior exportador de mel natural no Brasil, atr\u00e1s de Minas Gerais e Piau\u00ed. No primeiro semestre foram enviadas ao exterior 3,8 mil toneladas de mel paranaense com arrecada\u00e7\u00e3o de US$ 12,3 milh\u00f5es. Para os Estados Unidos foram 2,9 mil toneladas por US$ 9,6 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>HORTICULTURA<\/strong>&nbsp;\u2013 O boletim tamb\u00e9m fala sobre o levantamento do Valor Bruto de Produ\u00e7\u00e3o (VBP) de 2024 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 horticultura. Nesse segmento, a olericultura apresentou R$ 6,2 bilh\u00f5es, com base em mais de 50 hortali\u00e7as. A batata, com R$ 1,4 bilh\u00e3o, ocupa a dianteira, seguido pelo tomate, com R$ 1,1 bilh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na fruticultura, a lideran\u00e7a ficou com a laranja, que teve valor bruto de R$ 1,2 bilh\u00e3o. \u00c9 seguida pelo morango, com R$ 705,3 milh\u00f5es, uva (R$ 323 milh\u00f5es) e banana (R$ 256,5 milh\u00f5es). J\u00e1 a floricultura movimentou R$ 271,7 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMesmo com participa\u00e7\u00e3o acanhada na economia rural do estado, a horticultura se reveste de import\u00e2ncia nas regi\u00f5es e nos munic\u00edpios onde est\u00e1 inserida, gerando empregos e renda tanto no campo como nas cidades nos mais diversos elos das cadeias de fornecimento e produ\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o engenheiro agr\u00f4nomo do Deral Paulo Andrade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SU\u00cdNOS E BOVINOS&nbsp;<\/strong>\u2013 O Paran\u00e1 se destacou como principal exportador brasileiro de su\u00ednos reprodutores de ra\u00e7a pura no primeiro semestre de 2025. Essas exporta\u00e7\u00f5es geraram US$ 352 mil ao Estado, ou 48,8% da receita total de US$ 720 mil gerada no Pa\u00eds. \u00c9 seguido por Minas Gerais, com US$ 315 mil, e S\u00e3o Paulo, com US$ 53 mil. O Paraguai \u00e9 o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es desses su\u00ednos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de su\u00ednos reprodutores de ra\u00e7a pura, o principal comprador foi Minas Gerais, com gasto de US$ 625 mil. \u00c9 seguido por S\u00e3o Paulo, com US$ 173 mil, e o Paran\u00e1, que investiu US$ 164 mil.<\/p>\n\n\n\n<p>No setor de bovinos, a imposi\u00e7\u00e3o de tarifas de 50% na exporta\u00e7\u00e3o de produtos brasileiros para os Estados Unidos gera preocupa\u00e7\u00e3o. Segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias Exportadoras de Carnes (Abiec), os pr\u00f3ximos embarques est\u00e3o sob an\u00e1lise. Essa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 leg\u00edtima porque em 2024 os Estados Unidos foram o segundo principal mercado comprador da carne brasileira. Em julho, as cota\u00e7\u00f5es da arroba bovina j\u00e1 acumulam queda de 5,29%, com negocia\u00e7\u00e3o a R$ 300,65. Da AEN.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Paran\u00e1 encerrou a colheita da segunda safra de feij\u00e3o nesta semana com 526,6 mil toneladas. Somando-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de 338 mil toneladas da primeira, o Estado estabeleceu um novo recorde, chegando pr\u00f3ximo a 865 mil toneladas. O resultado mant\u00e9m na lideran\u00e7a nacional, com participa\u00e7\u00e3o aproximada de um quarto da produ\u00e7\u00e3o brasileira. 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